Plantão ou não Tire sua própria conclusão!

Que futuro vai ter a nação?
Se feito por seguidores da televisão
Alguém avise ao presidente que revolução
Só se for dentro da escola
Pra acabar com cotas e esmolas
Nós queremos educação
E não esse lixo da televisão

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Greenpeace é o McDonald’s da ecologia mundial. Sim ao novo condigo florestal brasileiro.‏

Se a agricultura, aos olhos das ONGs, é uma atividade agressora do
meio ambiente, e se os Estados Unidos têm uma produção de grãos quase
quatro vezes superior à nossa, é de se supor que, por lógica, agridam muito
mais a natureza. Por que, então, as mesmas ONGs internacionais que promovem
a tentativa de aniquilamento da ampliação da agricultura brasileira
não se movem contra a pretensa agressão da agricultura norte-americana
à natureza?O chamado protecionismo verde e as denominadas “cláusulas sociais”
defendidas pelos países ricos nada mais são do que uma ferramenta
poderosa para defender sua própria indústria e seus empregos. Nossa obrigação
de defender o meio ambiente e os direitos sociais do nosso povo é
algo que devemos assumir sem vestir a carapuça que tentam nos impor. Pq aqui vcs querem impor o que vcs não fazem no pais de vcs. fundamentalismo verde isso são vc.
Que os europeus e norte-americanos tenham devastado a natureza e
o meio ambiente foi uma opção só deles; que queiram que saiamos por aí
erguendo-lhes estátuas por defenderem o nosso meio ambiente é inaceitável.(Aldo Rebelo)

camaradas certos que existe ainda umas coisinhas que estão aumentado a polemica ,ai estão algumas que no meu ponto de vista não seja um avanço mais tem muito coisa que vai sair do atraso não vai ser da forma que estes fundamentalistas verdes querem nos impor.

1-Redução e descaracterização das APPs
O que diz o projeto: Reduzir a extensão mínima das APPs dos atuais
30 metros para 15 metros de faixa marginal e demarcar as matas ciliares protegidas
a partir do leito menor do rio e não do nível maior do curso d’água.

Justificativa: Uma lei não pode impor os mesmos parâmetros para todo o
país, pois passa por cima das características locais e comete injustiças.

Consequência: Aumentam os riscos de inundações e desabamentos,
bem como as ameaças à segurança e ao bem-estar da população
ao aventar a falta de necessidade de uma área de 30 metros para evitar
assoreamentos, sem falar nas demais funções da APP: preservação de fauna
e flora aquáticas e terrestres, manutenção climática, controle da demanda
biológica de oxigênio e diversos outros fatores que necessitam de uma área
mínima razoável para que o frágil equilíbrio ecossistêmico seja mantido,
segundo a Associação Nacional dos Membros do Ministério Público. Essa
modificação, pautada em uma visão fracionada e reducionista visando
atender a interesses econômicos, beneficia ocupações recentes ilegais,
além de permitir novos desmatamentos em uma infinidade de rios sem
qualquer análise do seu impacto em termos de aberturas de novas áreas. Os
rios são sistemas dinâmicos e suas zonas de inundação (como as planícies
inundáveis e vales) também são consideradas áreas de preservação. Áreas
ocupadas ilegalmente em períodos de estiagem consecutivos estão à mercê
de inundação no período de chuvas, quando o rio tende a reocupar suas
zonas de influência, colocando em sérios riscos as pessoas que ocuparam
essas áreas. Na prática, significa legitimar casos como o de Santa Catarina,
que por lei estadual diminuiu o tamanho de todas as APPs de beira de rio,
independentemente de estudos técnicos e das muitas peculiaridades de cada
uma das regiões do Estado.

2-Isenção de reserva legal para imóveis com até 4
módulos fiscais em todo o país
O que diz o projeto: Fim da necessidade de recuperar a reserva legal
para propriedades com até quatro módulos fiscais. Dependendo da região,
o tamanho do módulo fiscal varia entre cinco e 100 hectares. Nesse caso,
propriedades com até 400 hectares ficam isentas de recuperar a reserva legal.
Grandes propriedades também serão beneficiadas, sem obrigatoriedade
de recuperar a reserva legal na área equivalente aos primeiros quatro
módulos.

Justificativa: Proteger a agricultura familiar e os pequenos produtores.

Consequências: Embora a justificativa para esta medida seja a proteção
à pequena agricultura familiar, o dispositivo não faz qualquer referência à
condição socioeconômica do beneficiário da dispensa. Na prática, essa medida
está estimulando a fragmentação de imóveis e deve incentivar a aquisição de
terras dos pequenos proprietários por médios e grandes produtores, de forma
a não terem qualquer área preservada em toda a extensão de seu empreendimento.
De acordo com dados do Incra e cálculos preliminares, a isenção de
reserva legal afeta cerca de 135 milhões de hectares de propriedades e posses
rurais em todo Brasil. Estima-se que mais de 30 milhões de hectares de
florestas, sendo pelo menos 20 milhões na Amazônia, perderão a proteção
da reserva legal e terão seu desmatamento estimulado pela falta de
governança na região.

3-Redução da reserva legal na Amazônia em áreas
com vegetação
O que diz o projeto: Permitir a redução da RL de 80% para 50% em área
de floresta e de 35% para 20% em área de Cerrado, na Amazônia Legal,
quando o Zoneamento Ecológico Econômico indicar. A redução da RL
também poderá se dar em áreas com vegetação “para fins de regularização
ambiental”, e não apenas para fins de recomposição florestal, como está
previsto na lei em vigor hoje.

Justificativa: A reserva legal impede o desenvolvimento da Amazônia.

Consequências: O Código Florestal já permite que, por meio do ZEE,
sejam identificadas áreas alteradas e com grande aptidão agrícola nas quais
a reserva legal pode ser reduzida, para fins de recomposição, para 50% da
área do imóvel. Na proposta atual a redução da reserva legal não se dará
apenas no caso de recomposição, como está previsto hoje, mas também nos
casos em que a vegetação existe, provocando ainda mais perda de floresta.
Além disso, permite a redução da reserva legal de 35% para 20% nas áreas
de Cerrado dentro da Amazônia Legal, reduzindo as áreas sob proteção.

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